domingo, 31 de maio de 2015

Outros projetos...a longo prazo!

Vindo do norte, construído em Lisboa...por quem?!...eis a questão ... dão-se alvíssaras a quem souber ou dê pistas de quem terá ter sido o construtor deste casco de fundo redondo, de linhas muito "racings" ...registado com o nome de "Águia do Cabedelo" , em homenagem à terra natal do anterior proprietário e de cor vermelho... segundo o anterior proprietário, devido ao campeonato ganho pelo Benfica de Trapatoni ... claro está, que a cor se manterá...quanto ao nome esse também, pois já diziam os "antigos" que o nome dos barco nunca deverá ser mudado.





vislumbre do que se pretende atingir...





Bons ventos e melhores marés!

terça-feira, 26 de maio de 2015

domingo, 24 de maio de 2015

A mudança de cais...e o Mestre

Ensaia-se o mastro, preparam-se as velas e aguardam-se novidades e bons ventos do norte...numa possibilidade remota de identificar o nº internacional de vela deste vaurien, casco CF 229...O mestre Freitas, já não se recorda do mesmo...os seus 85 anos já pesam, mas prontificou-se de imediato em tentar descobrir...ao fim de um dia já tinha encontrado registos até ao CF169..."faltam as outras capas...se esta apareceu, as outras também aparecem...eu tenho isso tudo".






Bons Ventos e Melhores Marés!

sábado, 9 de maio de 2015

Vaurien CF229 - O MASTRO

Após a pintura do costado e fundo, passou-se ao convés...o restauro está quase no fim e os primeiros testes vão acontecendo mesmo em terra firme...leme, patilhão e mastro, tudo a ficar pronto para navegar e de acordo com as regras internacionais da classe vaurien. As medidas, essas estão dentro da norma ou não fosse este um casco construído por um dos mais conhecidos e conceituados construtores navais do nosso país e aquele que mais se notabilizou na construção desta classe no nosso país e arredores...




Bons ventos e melhores marés!

sábado, 25 de abril de 2015

As primeiras resinas

Após a realização de alguns trabalhos de madeiras, fixação da caixa de patilhão e  horas a lixar, eis que chegam as primeiras resinas epóxidas numa madeira velha e com muita "sede"... algumas trocas de opiniões, e optámos por diluir a resina para que dessa forma fosse possível uma maior penetração na madeira/contraplacado...a experiência teve lugar e confirma-se a situação...sempre abertos a novas ideias/opiniões e "experimentações", que nos levam a decidir pela opção mais adequada num futuro próximo...






Bons Ventos e melhores Marés!